Aruba passa a exigir certificado de vacinação contra a febre amarela

FOTO: Baby Beach, em Aruba/ CRÉDITO: Lalá Ruiz (7/4/2014)

Desde o dia 1º de Março de 2018, turistas brasileiros em viagem para Aruba, no Caribe, são obrigados a apresentar o certificado de vacinação contra a febre amarela. A medida, de acordo com o governo do país caribenho, segue as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) para prevenir a propagação de doenças. Para que seja válida, a vacina deve ser tomada com um mínimo de dez dias de antecedência da viagem.

O Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CPIV) deve ser apresentado no aeroporto, no momento do check-in e/ou durante o despacho de bagagem, e também aos funcionários da Imigração no departamento de Imigração, Segurança e Alarme de Aruba (IASA). Caso o visitante tenha alguma contraindicação médica que o impeça de tomar a vacina, ele deverá apresentar um relatório ou atestado antes da viagem.

Além do Brasil, a medida se aplica a viajantes da Argentina, Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Venezuela, Paraguai, Panamá, Guiana Francesa, Guiana, Suriname, Trinidad e Tobago, Angola, Benin, Burkina Faso, Burundi, Camarões, República Centro-Africana, Chade, Congo, República Democrática do Congo, Costa do Marfim, Guiné Equatorial, Etiópia, Gabão, Gâmbia, Gana, Guiné, Guiné Bissau, Quênia, Libéria, Mali, Mauritânia, Níger, Nigéria, Senegal, Serra Leoa, Sudão do Sul, Sudão, Togo e Uganda.

Turistas do Chile e do Uruguai, países que não são considerados áreas de risco para contágio da doença, estão dispensados de apresentar o certificado, exceto em casos de conexão aérea ou marítima de 12 horas ou mais, em qualquer um dos países que integram a lista divulgada pelo governo arubano.

SERVIÇO

Mais informações: www.aruba.com.br.

(*Com informações Assessoria de Imprensa)

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LALÁ RUIZ, jornalista, curiosa e apaixonada por cultura, comida e viagens, sem qualquer coerência no quesito preferência. Nascida em São Paulo, Capital, e radicada em Campinas, interior paulista, formada em Comunicação Social pela PUC-Campinas e trabalhou durante 26 anos na mídia impressa da cidade, tendo atuado nos jornais Correio Popular, Diário do Povo e Notícia Já.

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