Finanças pessoais: dicas para quem precisa sair do vermelho

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De acordo com informações da Serasa Experian, empresa de análises e informações para decisões de crédito e apoio a negócios, o número de consumidores inadimplentes no país chegou a 61 milhões em Maio de 2017, sendo 14,5 milhões apenas no Estado de São Paulo. Se você faz parte dessa estatística, confira as dicas para sair do vermelho preparadas pela consultora financeira Alexandra Contieri, de Campinas (SP):

1. Levante todas as despesas e receitas

O primeiro passo, segundo Alexandra, é fazer um levantamento real de todas as receitas e despesas dos últimos seis meses. “A partir disso, é necessário fazer um bom planejamento e segui-lo. (…) Com as informações em mãos, é hora de colocar todos os gastos dentro do orçamento.”

2. Corte os excessos

Alexandra diz que há excessos e que eles podem ser cortados. É necessário cortar pequenas despesas que passam despercebidas no dia a dia, como uma ida à padaria, desperdício de água e de energia elétrica, além de compras desnecessárias.

As pessoas precisam ter consciência de que não é necessário sofrer para adequar o orçamento da família. É possível fazer isso com planejamento. Na maioria das vezes, compramos por empolgação. Somos reféns do imediatismo. Antes de comprar, é necessário se perguntar se, de fato, aquilo é necessário. Não aja por impulso. Vá para casa e pense. Depois, decida com calma.”

3. Anote todos os gastos

De acordo com Alexandra, as despesas com alimentação, carro e gastos pessoais são as que mais estouram o orçamento. “Para uma mudança de vida e um bom planejamento financeiro, é fundamental que as pessoas anotem todos os gastos. No início, isso é trabalhoso, mas só assim elas terão dimensão do grande impacto que gastos pequenos têm no orçamento. Não é raro a pessoa ter dinheiro na carteira e depois ficar pensando onde gastou tudo. Isso acontece porque gastamos, muitas vezes, sem pensar.”

4. Pense bem antes de pedir um empréstimo

Se a pessoa estiver endividada e necessitar de um empréstimo para quitar tudo, também é preciso ter cautela para o problema não ficar ainda maior. “Se a dívida for com cheque especial ou cartão de crédito, que têm os juros mais altos do mercado, um empréstimo pode ser a solução. Mas, antes de fazer, é fundamental saber qual a sua capacidade de pagamento. Analise opções com juros mais baixos e esteja ciente de que o valor emprestado deve ser suficiente para o pagamento da dívida e para seu capital de giro mensal. E, o mais importante: as parcelas precisam ficar dentro do seu orçamento.”

(*Com informações Assessoria de Imprensa)

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LALÁ RUIZ, jornalista, curiosa e apaixonada por cultura, comida e viagens, sem qualquer coerência no quesito preferência. Nascida em São Paulo, Capital, e radicada em Campinas, interior paulista, sou formada em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas) e trabalhei durante 26 anos na mídia impressa da cidade, tendo atuado nos jornais Correio Popular, Diário do Povo e Notícia Já.

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